Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 14/09/2021
Ignorância, preconceito e padrão de beleza. Infelizmente, essas palavras definem a principal causa da gordofobia no Brasil. Sabendo disso, é necessário enfatizar as consequências inevitáveis desse problema: o preconceito contra os obesos aumentou e o governo não oferece assistência a esses cidadãos.
Em primeiro plano, a estigmatização e as noções preconcebidas de pessoas com sobrepeso aparecem em diversas manifestações sociais. Segundo o documentário “O Riso dos Outros”, da TV Cultura, as comédias costumam ser baseadas no preconceito contra pessoas menos representativas da sociedade. Nesse sentido, é certo que à medida que aumentam as manifestações sociais de aversão à gordura, esse grupo de pessoas está mais sujeito a sofrer discriminação e desrespeito por causa de sua aparência. Portanto, fica claro que uma maior presença estatal é necessária para conter esse tipo de declaração.
Além disso, no Brasil, os meios de comunicação de massa são fortemente utilizados para disseminar o ódio a qualquer tipo de grupo minoritário. Tomando 2018 como exemplo, é sabido que o atual presidente usou vários elementos da mídia para fazer comentários discriminatórios, como “a minoria deve se curvar à maioria”. Portanto, é importante destacar que o governo federal não tem feito um grande esforço para se manifestar por esses grupos, pelo contrário, por meio dessas declarações, uma forma de atuação do governo que visa restringir ainda mais o poder político dessas pessoas. Obviamente, incluindo pessoas gordas.
Portanto, a urgência de eliminar a gordofobia do senso comum brasileiro é óbvia. Para tanto, o Ministério da Educação (MEC) é fundamental, pois é o principal responsável por determinar quais conteúdos devem ser ensinados às crianças e jovens brasileiros e por conscientizar sobre os perigos do ódio às minorias para os humanos, estabelecendo um programa para todas as escolas do Brasil, como disciplina obrigatória para cultivar em todos os alunos a empatia e o amor ao próximo. Com isso, o preconceito das futuras gerações será muito menor e, eventualmente, o notório mito do “brasileiro cordial" se tornará realidade.