Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 14/09/2021

Pessoas com índice de massa corporal (IMC) irregular ou visualmente acima do peso estipulado pela sociedade/padrões de baleza, geralmente são forçadas a tolerar comentários negativos sobre sua aparência, feitos por pessoas com fobia de gordura. No Brasil, criminalizar esse preconceito em particular ainda é apenas uma ideia a se considerar, mas é um assunto recorrente e tem impacto nos estilos de vida.

Primeiramente, podemos ressaltar que um corpo magro não significa saúde assim como apresentar uns quilos a mais não significa doença. Fomos criados de modo que somos quase que ensinados a julgar pela aparência, logo, afetando nosso modo de ver o mundo e que por consequência dessa criação podemos agir de forma preconceituosa baseado em nada.

A gordofobia no Brasil está presente a partir do momentos em que olhamos uma criança ou adulto obeso e associamos imediatamente com descuido próprio ou dos pais, falta de vaidade, sentimento de pena ou nojo. E comentários sobre a aparência de alguém que tem como base alguma dessas característica já entra na categoria e podem trazer doenças psicológicas como bulimia, anorexia, compulsão, ansiedade e depressão. Segundo o Congresso Brasileiro de Psiquiatria (CBP), não só aumenta o número de transtornos alimentares como o de suas vítimas.

Meios que podem entrar em vigor para amenizar esses casos é a aprovação pelo senado da lei que criminaliza os comentários gordofobicos, fora e dentro da internet. E em escolas públicas e privadas com apoio dos pais, ser obrigatório meios de ensino anti bullying com consequências quando for cometido. Assim seguindo uma organização correta diminuiria a situação e abririamos novas possibilidades de visão social e ética.