Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 19/09/2021
Pessoa com o índice de massa corporal (IMC) irregular são constantemente obrigadas a aturar comentários negativos sobre sua aparência. No Brasil é um problema muito recorrente e consequências no modo de vida. Tal qual acontece principalmente por conta da influência midiática, bem como estereótipos que ferem noções básicas de respeito ao diferente.
A princípio, as mídias exercem grande influência sobre a população, pois explicam como pessoas a um modelo hegemônico de estética magra, acarreta-se uma visão padronizada de beleza em que há uma busca por métodos de enquadradar nesse padrão de corpo perfeito e desejado, tendo como exemplo a intensa procura por cirurgias plásticas. Nessa perspectiva, o censo bianual da sociedade de cirurgia plástica estima que 60% das operações são de fins estéticos no Brasil.
Além disso, tem-se os estereótipos que ferem noções básicas de respeito ao diferente. Nesse sentindo, Arthur Torquato afirma “Estereótipos não moldam a sociedade, eles a destrói”. Partindo pressuposto, o preconceito uma pessoa com sobrepeso é um malefício chamado gordofobia, que prejudica muitos adolescentes e crianças na academia, tal incidente vem atrapalhar sua atuação nas Atividades escolares e na vida cotidiana, como problema psicológico devido à intimidação sofrida.
Logo, para que o efeito dos padrões estéticos seja menos danoso à sociedade, se-faz necessário estampar através das mídias, pessoas de uma beleza diversificada, para que possa ocorrer de maneira positiva o aspectador, com isso, modificando uma visão padronizada de estereótipos. Tendo em vista, o Ministério da Educação em parceria com as secretárias municipais deve propor como escolas debates sobre como o bullying e gordofobia prejudica o meio social e criar projetos pedagógicos inclusivos, para que motivem a autoaceitação e respeito ao diferente, tornando assim os alunos e pessoas conscientes.