Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 11/10/2021

Consoante a Indústria da Beleza, ocorreu uma exaltação de um padrão estético na cidadania, ou seja, o mercado da moda é excludente, sobretudo, contra as pessoas acima do peso. Nesse viés, é um dasafio a falta de debates sobre a gordofobia no Brasil. Diante disso, deve-se analisar a falta de diálogo educativos nas escolas, a fim de desconstruir esse preconceito e a ausência de leis específicas, no sentido de garantir a igualdade social, conforme a Constituição de 1988.

Primeiramente, a falta de diálogo educativos nas escolas, a fim de desconstruir esse preconceito é um problema no Brasil. Isso porque, geralmente as instituições de ensino priorizam ensinar apenas conteúdos cobrados em provas. Nessa lógica, visto que as salas de aulas são locais receptivos de diversidades religiosas, culturais, estéticos e econômicos é fundamental a construção de trabalhos em equipes para garantir o bem-estar, a autoestima e a equidade social dos grupos aima do peso, em conformidade constitucional. Ademais, de acordo com o filósofo Habermas, qualquer desafio é solucionável com base no debate. Logo,  o Ministério da Educação deve incluir no currículo escolar palestras, oficinas educativas e apoio psicoterapeuto para sanar essa cultura enraizada no país de aversão à gordofobia.

Em segundo lugar, a ausência de leis específicas, no sentido de garantir a igualdade social também é uma problemática. De acordo com o site G1, aproximadamente 85% das pessoas com excesso de peso, já foram vítimas de violência sistemática. Isso decorre da padronização da beleza humana, pois é lucrativo para o mercado da moda idealizar um perfil estético. Dessa forma, consequentemente, indivíduos comuns que estão em contrarregra com o biofísico exaltado são discriminados, isolados socialmente e agredidos mentalmente. Portanto, é fundamental a criação de legislações para erradicar a gordofobia na sociedade brasileira.

Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para solucionar esse entrave social. Por isso, o Ministério da Educação deve incluir no currículo escolar, aulas temáticas, palestras e debates em equipe, em defesa do posicionamento de Habermas; por meio da participação de psicoterapeutas e pessoas vítimas da violência de aversão à gordofobia, para relatar os danos causados a saúde da vítima desse preconceito, a fim de acabar ou diminuir drasticamente os indíces dessa discriminação. Outrossim, essa medida pode ter melhores resultados com a criação de legislações específicas que garantem a proteção física e pscicológica dos indivíduos acima do peso, por intermédio do apoio popular, no sentido de cobrar dos seus representantes políticos a defesa do fim dessa padronização estéticos imposta no mercado da beleza.