Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 27/10/2021
Infelizmente na atualidade a ignorância, o preconceito e o padrão de beleza são palavras que definem a principal causa da fobia de obesidade no Brasil. Diante disso, é necessário enfatizar as consequências imprescindíveis desse problema: o preconceito contra os obesos ou pessoas com excesso de peso tem sido minimizado pela sociedade e a falta de assistência governamental a tais cidadãos.
Em primeira análise, as ideias idealizadas das pessoas em relação às outras com sobrepeso aparecem em diversas manifestações sociais. Segundo o documentário “O Riso dos Outros”, da TV Cultura, as comédias costumam ser baseadas no preconceito contra pessoas menos representativas da sociedade. Dessa forma, é certo que à medida que aumentam as manifestações sociais de aversão à gordura, esse grupo de pessoas está mais sujeito a sofrer discriminação e desrespeito por causa de sua aparência. Portanto, fica claro que é necessária uma maior participação estatal para controlar esse cenário.
Além disso, no Brasil, os meios de comunicação de massa são fortemente utilizados para disseminar o ódio a qualquer tipo de grupo minoritário. Veja o exemplo de 2018 onde é sabido que o atual presidente usou vários elementos da mídia para fazer comentários discriminatórios, como “A minoria deve se curvar à maioria”. Portanto, é importante ressaltar que o governo federal não tem feito grandes esforços para que esses grupos expressem suas opiniões, pelo contrário, a adoção dessas afirmações é claramente uma forma de comportamento do governo que visa restringir ainda o poder dessas pessoas políticas, incluindo o poder das pessoas gordas.
Portanto, a fim de extinguir a gordofobia no Brasil é necessário que o Ministério da Educação (MEC), órgão responsável por determinar quais conteúdos devem ser ensinados às crianças e jovens brasileiros, conscientize todos sobre os perigos do ódio às minorias para os humanos. Isso pode ser feito por meio da aplicação de uma matéria na grade curricular de todas as escolas do Brasil, que cultive em todos os alunos a empatia e o amor ao próximo. Dessa forma, o preconceito das futuras gerações será muito menor e, eventualmente, o notório mito do “brasileiro cordial” se tornará realidade.