Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 19/02/2022
Quando uma ação agrevissa ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada, diz a filosofa alemã Hannah Arendt. Aludindo a essa frase, a gordofobia tornou-se uma atitude intríseca na sociedade brasileira, onde se é enxergado em comentários preconceituosos apenas uma opinião comum, culminando naqueles que as sofrem um sentimento de conformidade. Dessa forma, devido a esse tratamento passivo, diversas pessoas acabam sendo afetadas, seja na autoestima ou no psicólogico.
Em primeiro lugar, é nótorio que as problemáticas veículadas com a gordofobia estão associadas aos padrões de beleza induzidos pela sociedade, visto que o homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentados, afirma Jean Jacques. Vê-se então que esses quesitos estabelecidos adentram na consciência do agressor e lhe é adicionado o direto de reproduzir, na maioria dos casos, de forma violenta a vitima. Gerando na mesma uma sensação de insuficiência e baixa autoestima.
Em segundo lugar, é presumido que todos os corpos gordos possuem a privatização de uma boa saúde e alimentação, os quais estão envolvidos com o fator da preguiça. Porém, no canal Alexandrismo, Alexandra Gurgel debate sobre como os corpos gordos têm a liberdade de realizar diversas atividades e que a magreza, atualmente, é considerada um símbolo de beleza invés de saúde.
Considerando os pontos anteriormente citados, é necessário o Estado, com os agentes da saúde, desenvolvam ações que minimizem o estigma presente na sociedade brasileira por meio de palestras na Secretária de Educação e nas escolas, priorizando trazer pessoas fundamentas sobre o assunto. Assim, ações outrotora agressivas não seram mais interpretadas como meras opiniões e sim como preconceito.