Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 04/08/2022
Sengundo, o filósofo estadunidense Richard Rorty “Que tipo de mundo podemos preparar para os nossos bisnetos?. “Pode-se analisar, nesta frase a importância de se preparar um mundo mais igualitário para as próximas gerações, porém alguns fatores atrasam a idealização desse pensamento, um exemplo é a gordofobia, que nada mais é do que preconceito com pessoas obesas que para eles não se encaixam nos padrões da sociedade. Nessa ótica, pode-se afirmar que a mundança do padrão estético e o bullying sofrido por essa parcela da sociedade é um problema.
Convém ressaltar, que o padrão de beleza é algo variável em cada país, como também na cronologia histórica. Visto que, as esculturas na pré-história retratavam como padrão de beleza mulheres mais fartas pois representavam fertilidade, além de seios fartos que criavam crianças fortes, nutridas e saudáveis, como exemplo a escultura Venus de Esteatopígicas (Willendorf) que utiliza e demonstra muito bem, as características de uma pessoa obesa.
Ademais, é fundamental apontar sobre o bullying sofrido por essa parcela da população no Brasil. Segundo, o site saúde não se pesa “crianças com obesidade em idade escolar têm 63% mais chances de sofrer algum tipo de bullying”. Nessa visão, pode-se analisar que as crianças ou até mesmo adultos sofrem preconceitos pelo fato de serem obesos o que pode levar a exclusão social, depressão ou até mesmo suicídio, agravado pela gordofobia .
Depreende-se, portanto, que a gordofobia é um problema a ser tratado no Brasil. Em meio à isso é imprenscindível que o MEC juntamente com o governo federal, conscientize e trate como conteúdo curricular os riscos da gordofobia, por meio de palestras, anúncio e mudança na grade curricular, podendo assim, ajudar na redução do preconceito às pessoas com sobrepeso. Por fim, diminuir ou até mesmo acabar com a gordofobia no Brasil, trazendo um país mas justo e igualitários para todos.