Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 09/11/2022

O filme “Um espião e meio” narra a história de Bob Stone, um estudante que sofreu muitos ataques pelo seu peso corporal duarnte todo o ensino médio, desenvolvendo diversos transtornos psicológicos, introduzindo a temática dos ataques desnecessários ao corpo dos outros, e abrodando também seus pergios. Fora da ficção, é notório que a produção cinematográfica possui verossimilhança no que tange a um tema de suma importância atualmente: debate sobre a gordofobia no Brasil. Diante disso, é necessário explicitar que a inércia governamental e os estereótipos impostos pela sociedade contemporânea sustentam o problema.

Em primeira análise, o governo tem se mostrado indiferente mediante às diversas atitudes gordofóbicas, desrespeitando a Constituição Federal de 1988 artigo 29, onde consta que deve ser respeitado o direito do próximo. Em oposição, mesmo com o aumento de casos de desrespeito ao próximo com justificativa em sua massa corporal, o governo não propôs nenhuma medida com o objetivo de erradicar o problema no país, trazendo problemas para diversos setores da sociedade.

Ademais, os esteriótipos e padrões de beleza estão muito presentes no país atualmente, impondo uma “aparência correta” em relação a outras, instalando um preconceito e julgamento contra aqueles que não se encaixam nesse padrão. Nessa lógica, de acordo com Allan Watts, para acordar para quem se é, é preciso desapegar daquilo que se imagina ser, sendo assim, para a resolução da questão, é necessário que a população deixe de esperar e julgar aparências e começar a aceitá-las.

Dessarte, em vista dos fatos supracitados torna-se clara a necessidade de intervenção. A fim de diminuir ir a gordofobia no país, urge o governo, criar por meio de políticas públicas, projetos que repudiem comportamentos desrespeitosos. Isso pode ocorrer, por meio de propagandas de conscientização nos meios de comunicação. Com isso espera-se não apenas uma sociedade mais respeitosa como também o fim de casos como o de Bob Stone.