Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 01/12/2020
A medicina teve um grande avanço nos últimos séculos, passando do debate, como relatado no livro Medicina Macabra, se a sangria era realmente benéfica como forma de tratamento, para na contemporaneidade, como a implementação da telemedicina pode mudar a vida do brasileiro. Em um país de proporções continentais como o Brasil, a medicina remota, se faz necessário para complementar, não substituir, a medicina tradicional presencial, uma vez que, as grandes distâncias do centro de tratamento e a alta taxa populacional da nação, impedem o uso total e eficiente do Sistema Único de Saúde (SUS).
Em primazia, observa-se que, por causa de seu extenso território, a Federação, tem seus pontos de assistência médica, geralmente dentro de zonas urbanas. Está centralização da saúde, exige que os cidadãos que habitam zonas rurais, percorram grandes distâncias regulares para o tratamento e acompanhamento de seus quadros clínicos.
Em segunda análise, sabe-se que o Brasil é o sexto país mais populoso e é o único Estado Soberano com mais de cem mil habitantes que tem um SUS. Contudo, está alta taxa populacional, sobrecarrega o sistema de saúde, causando grandes filas e longas esperas no atendimento, muitas vezes, efetuando um tratamento tardio a um brasileiro necessitado.
Portanto, conclui-se que é necessário, uma parceria público-privada, entre o Ministério da Saúde, Anatel, desenvolvedoras de software e as operadoras de celular, utilizando-se de capital público, desenvolver aplicativo para as principais plataformas de telefone móvel do país, com as função de acompanhamento, uma vez que o paciente já tenha se consultado, ele utiliza esse aplicativo de telemedicina para ser atendido por um médico, para informar sua situação e se necessário, ser encaminhado novamente a um hospital e a função de triagem, onde o cidadão preenche uma ficha online, descrevendo seus sintomas, acelerando o processo da triagem para atendimento. Atualmente a tecnologia faz parte da vida de todos, portanto é necessário saber utiliza-la para o bem comum de todos.