Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 18/12/2020

Atendimento rápido. Eficiência. Cuidados com a saúde na própria casa. Estes são alguns benefícios proporcionados às pessoas pelo avanço da medicina. No entanto, apesar de permitir maior proximidade entre os indivíduos situados em diferentes locais, essa pauta faz questionar aos cidadãos para o debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil. Logo, convém analisar como o avanço da tecnologia, em consonância com a lucratividade, merecem olhares mais críticos de enfrentamentos.

Inicialmente, é primordial destacar o avanço da tecnologia robótica como o principal responsável por tornar possível que doutores realizem consultas via chamadas de vídeos com seus pacientes. Nesse contexto, é imprescindível sobrelevar a Revolução Industrial, que por meio dela, a ciência progrediu até dar acesso a todos os meios eletrônicos existentes hoje, exemplo disso é a capacidade que um aparelho eletrônico tem de interligar duas pessoas em locais distantes por vídeo chamada. Concomitante a isso, é um alivio para os seres a existência desses meios, pois nem todos têm tempo disponível para ir a uma unidade de saúde fazer um “check-up” para averiguar se está tudo bem.     Outrossim, é a lucratividade obtida pelos pacientes que dão preferência às consultas medicas virtuais. Dessa forma, é evidente que os pacientes são beneficiados com essa atividade a distância, já que uma consulta on-line tem custo benefício menor comparada à presencial, dessa forma, estudos realizados pela TI INSIDE, revela que 74% dos 1.547 entrevistados alegam preferir atendimento médico virtual. Sob esse viés, é inadmissível que os cidadãos ignorem a pratica e o hábito de se consultarem nos consultórios médicos, visando apenas sua lucratividade e colocando sua saúde em segundo plano, podendo assim, adquirir sérios problemas de saúde, se não forem acompanhados presencialmente.

Infere-se, portanto, que a ascensão tecnológica atrelada à lucratividade resultam disfunções e necessitam serem atenuadas. Destarte, é mister que o governo federal, em parceria com os hospitais e a sociedade, atuem na disseminação de medidas que visem apoiar a esses tipos de adesão médica a distância, mas desde que sejam realizados atendimentos presenciais com frequência, por meio da disponibilização de profissionais formados dispostos à consultar a população local e que o corpo social efetuem sim os acompanhamentos virtuais, porém, optem por consultas presenciais com regularidade. Então, essa associação vai ocorrer de forma que a autoridade invista verbas provenientes dos royalties do petróleo nos agentes parceiros para que os hospitais aumentem a quantidade de funcionários capacitados na área que prestam seus serviços e diminuir a relação de preços pagos por cada consulta presencial. Em suma, essa sólida mazela social será mitigada e a entidade social irão se consultar tanto fisicamente quanto por intermédio de vídeos.