Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 30/11/2020

O direito à saúde oligarquico

Segundo Hegel, idealista alemão, em sua teoria da história, o ser humano esta em constante evolução, racional e física, é visto sua veracidade atualmente, com os avanços da medicina e a maior expectativa de vida de todas. Com a propagação do coronavírus, a quarentena é o mais indicado para a prevenção da doença, com isso fora gerado desafios para a população, tais como os riscos e dificuldades de ir em hospitais e centros de saúde. Portanto, procedeu a implementação da telemedicina no Brasil, que consiste na consulta e diagnóstico, por profissionais, de pacientes por meios virtuais. Embora as diversas vantagens, é inevitável a presença de desafios à este novo método, como a fajuta distribuição da internet brasileira, juntamente com a carência de credibilidade à novos métodos pela população.

Primeiramente, é necessário citar a atual importância da internet e sua relevância mundial, a qual transformou a humanidade, assim como as outras 2 revoluções industriais, impactando proporcionalmente com a evolução racional, visto o rápido fluxo de informações e notícias virtuais. Relacionando diretamente com o novo meio de medicina virtual, o qual é fundamental a disponibilização correta de redes e serviços “wifi” e de aparelhos tecnológicos. Segundo o site de noticias globo g1, cerca de 20% da população brasileira não tem acesso à internet, concedendo o fraco monitoramento de saúde pública, considerada uma situação caótica, porém mutável, através de políticas públicas e direcionamento de verbas.

Somado a isso, a falta de confiança pela  população, impossibilita a proliferação da prática da medicina virtual, tendo em vista seus benefícios, como a redução de riscos de contaminação, junto com a praticidade e conforto do atendimento online. Isso se da, em virtude da falta de experiência informática e a negligência da modernização, assimilando as novas tecnologias e inteligências artificiais à robôs mal-intencionados, como no filme “eu, robô” protagonizado por Will Smith, o qual mostra uma série de máquinas que visam a destruição do mundo, embora a equívoca e abstrata idéia, muitos acreditam e são aversas as novas tecnologias.

Portanto, é fundamental atitudes para o correto emprego desse serviço e conscientizar a sociedade dos benefícios. Convém, então, à instituições e ao governo realizar medidas, como a criação de um auxílio de distribuição de aparelhos e internet à regiões precárias, as quais são isentas de precisos investimentos, através de sanções e do artigo 196 que prevê saúde a todos, direcionando verbas à compra de serviços telecomunicativos e médicos direcionados à este tipo de atendimento, com isso, ocorreria a diminuição de casos de covid-19 e a correta distribuição de serviços médicos.