Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 01/12/2020
“A verdadeira felicidade é impossível sem a verdadeira saúde”. Segundo a premissa de Mahatma Gandhi, fica evidente a importância da boa saúde para se viver bem. Contudo, nos dias atuais tal máxima tem sido negligenciada para uma parcela da população, tendo-se em vista a Pandemia causada pelo vírus do COVID 19 e as dificuldades de atendimento médico que esse quadro gera devido a necessidade de afastamento social. Sendo assim, um meio prático para auxiliar os impedimentos encontrados é a chamada “Telemedicina” que consiste em atendimentos online e viabiliza o contato de pacientes com médicos. Portanto, se faz necessário avaliar as condições dessa tecnologia.
Em primeira análise, é lícito postular que o mundo pós moderno contém vários avanços como as vias cibernéticas que é altamente utilizada pelos brasileiros. Nesse sentido, a implementação da Telemedicina no País vai de acordo com a malha tecnológica que já é altamente difundida e faz jus a constituição de 1983 que assegura saúde e bem estar social para todos. Dessa forma, fica claro a necessidade que a medicina se adeque a tecnologia.
Em segunda análise, segundo o filósofo John Locke, os indivíduos precisam de um contrato social com o governo para terem seus direitos garantidos. Nesse viés, é imprescindível um acompanhamento deste em associação com o Ministério da Saúde, nessa nova forma de atendimento online, com intuito de evitar casos como os de negligencia médica ou o mal atendimento.
Com o objetivo de tornar a Telemedicina viável no Brasil como um auxílio aos embates causados pela Pandemia ,portanto, é cabível que a Secretária da Saúde disponibilize profissionais capacitados em tempo integral para as assessorias online. Ademais, como já supracitado, cabe ao Governo e ao Ministério da Saúde promoverem uma plataforma de ouvidoria aos pacientes com o intuito de barrar a possibilidade de atendimentos inseguros. Assim, fazendo jus a premissa de Gandhi