Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 01/12/2020
Dr. Robot
O último episódio da série “Death, love e robots” mostra um artista, Zima que em seu espetáculo final revela seu formato original; um robô limpador de piscinas automático, inventado pelo pai de uma família de posses a muitos anos. Dessa forma é visível a evolução da tecnologia, que se mostra tão eficaz ao ser humano, assim como a nova telemedicina. Entretanto tão inacessível a maior parte do grupo social.
Sob este contexto, os mais abastados são os que conseguem usufruir da inovação, já que têm condições de pagarem consultas e planos de saúde à adoecerem aguardando atendimento na fila do SUS. Assim sendo, vale ressaltar a série nacional “ 3%” onde apenas esta pequena porcentagem da população têm acesso à saúde, alimentação, casa e direitos dignos, fazendo alusão a pequena quantia de pessoas que concentram a maior renda mundial atualmente.
Nesse viés é importante balancear o quão apta está a tecnologia e a inteligência artificial para lidar e tratar pessoas pois, uma falha na conexão pode gerar um diagnóstico terrivelmente errado, e em robôs cirurgiões, causar um óbito ao paciente se o “doutor” estiver num dia de baixo desempenho de qualquer natureza. Em contraponto, é importante destacar o protagonismo desta nova onda durante a pandemia do novo coronavírus. Por conseguinte, mais uma vez a vida dos brasileiros se encontra em um jogo, o qual a população de todos os níveis sociais devem se unir para vencer. Urge que o ministério da saúde e o MEC se unam para levar atendimento médico às escolas em determinada frequência, garantindo que crianças e jovens tenham acesso e entendam a importância deste direito social.