Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 03/12/2020

No último estudo realizado pelo IBGE consta que 64,7% da população brasileira está conectada ao ambiente online. Este número era apenas de 54% na pesquisa anterior, realizada em 2014.Dado tais números, a medicina também vem se adequando as novas tecnologias, uma delas é a telemedicina, que ganhou ainda mais popularidade por conta da Pandemia do novo Corona Vírus. Muito se tem questionado sobre essa inovação, mas são visíveis o baixo custo e praticidade dessa medicina.

Com os altos níveis de contagio durante a pandemia, o Governo Federal autorizou por meio da LEI Nº 13.989, o uso de consultas via telefone, para assim facilitar os acompanhamentos além de evitar o contágio de profissionais da saúde que já estão em reduzido número atendendo presencialmente.

Bem como por se tornar mais rápido o contato com o paciente, um único profissional pode acompanhar um número maior de contaminados, tornando assim um custo reduzido em profissionais e em hospitais de atendimento.

Em contrapartida, essa tecnologia não veio para substituir os atendimentos profissionais, mas sim para auxiliar em um momento como esse em estado de calamidade, mas certamente pode ser implementado no Sistema Único de Saúde(SUS), como por exemplo, ajudando a classificar a gravidade e urgência de um atendimento presencial.

Por isso é responsabilidade do Governo por meio do Ministério da Saúde, investir em um sistema online por meio de um aplicativo para os usuários do SUS e os profissionais, que disponibilize o atendimento médico online. E também cabe as instituições de ensino superior, que treine seus alunos dos cursos relacionados a área da saúde para as teleconsultas, desta maneira eles já estarão capacitados para tal coisa e não terão dificuldades em se adaptar. De acordo com o cientista Albert Einstein:“O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”.