Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 15/12/2020
‘‘Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas’’ - Zgmunt Bauman. Dessa forma, a implementação da telemedicina se faz necessária, principalmente, no atual ‘’novo normal’’ da população brasileira, associada ao Coronavírus (Covid-19) doença trasmissível pelo contato físico, por meio de : aperto de mãos, gotículas da saliva; assim, não é permitido aglomeração. Nesse contexto, é necessário que seja realizado a implementação da telemedicina em todo território nacional, mas também que a desigualdade aos tratamentos médicos seja erradicada.
Em primeira análise, a saúde é um dos fatores principais para o desenvolvimento de um país. Logo, no Brasil, o primeiro projeto foi implantado em 2012, pelo Hospital Israelita Albert Einstein em parceria com o Hospital Municipal M’Boi Mirim, no qual intensivistas receberam suporte de especialistas em neurologia do Einstein para casos de AVC. Ademais, em Alagoas, as UTIs Virtuais ajudaram a salvar vidas durante o pico da pandemia, os seis especialistas atenderam simultaneamente 120 pessoas, segundo o site UOL. Diante do exposto, faz-se nítido que a expansão desses atendimentos é imprecíndivel para melhorar o sistema de saúde público.
Faz-se mister, ainda, salientar que foi promulgada a Lei 13.989/2020 que regulamenta o uso, de forma ética, da Telemedicina enquanto durar a pandemia; após este período, uma nova discussão sobre a sua regulamentação deverá ser realizada. Assim, de acordo com o supracitado que trabalha muito bem o que chamamos de ‘’eficiência econômica’’: ela tem baixo custo e alta produtividade, os médicos e o Governo precisam entender essa viabilidade positiva, o custo, pois o médico só precisa de computador e internet para realizar a consulta, segundo o site Brasil Telemedicina. Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para esse resolver esse problema.
Por conseguinte, o Governo Federal por meio de parceria com o Ministério da Saúde deve expandir a implementação do projeto implanatdo pelo Hospital Einsteinem e Mirin, em todo o país e regulamentar a Lei 13.989/2020 para que seja permanente. Ademais, é fundamental que os hospitais da Rede de Saúde Pública do Brasil tenham uma infraestrura adequada a população de cada estado e que recebam verba que supra todos os gastos. Dessa forma, como Bauman disse a nossa reação com as crises é que vai mudar o mundo, assim, Brasil poderá melhorar a saúde e estará mais preparado.