Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 18/12/2020

Com a Revolução Tecnológica, na década de 90, muitas inovações surgiram, como a internet que, atualmente, possibilita a integração de diversos recursos, por exemplo, consultas médicas através dos meios digitais. Nesse contexto, muito se tem discutido a cerca da implementação da telemedicina no Brasil, que, por mais que apresente pontos positivos, como uma maior integração e uma maior agilidade nas consultas, apresenta pontos negativos também, como a questão de ser um recurso ainda novo e de pouco costume da população. Com isso, é lícito afirmar que o Ministério da Saúde deve promover ações que atenuem os empecilhos.

Em primeira análise, evidencia-se o quão importante é ter uma maior integração e otimização nas consultas médicas. Nesse sentido, vale ressaltar o quanto benéfico pode ser a implementação da telemedicina, principalmente, com a presença de uma pandemia na atualidade, pelo COVID-19. Com esse tipo de consulta, as instituições hospitalares ganharão uma maior agilidade, por possuir esse novo mecanismo, que atenderia situações de menos risco, e, assim, teria uma maior otimização de tempo, para casos mais graves. Além disso, é, imprescindível, analisar o quão bom isso seria para atender à população que se encontra distante dos núcleos hospitalares, proporcioando uma inclusão à socidedade.

Em segunda análise, é preciso pontuar que a falta de familiaridade é um importante fator que contribui para os empecilhos existentes. Nesse sentido, a perda de proximidade com o médico é um caso problemático, uma vez que essa distância digiral provoca uma perda na qualidade e no protocolo de atendimento, como o exame físico realizado pelo médico, que possibilita uma probabilidade maior de diagnósticos. Dessa maneira, convém analisar que esse tipo de ferramenta, via digital, para consultas médicas, ainda não possui estrutura adequada para lhe dar com o paciente, por isso, é preciso que o Ministério da Saúde promova uma melhor evolução desse método, e que, prevaleça antes das consultas online, uma presencial.

Nesse contexto, portanto, cabe ao Ministério da Saúde promover uma melhor qualificação desse projeto de telemedicin, por meio de um projeto de treinamento com os profissionais de saúde, como ser mais atencioso, mais claro e ter um tempo adequado para atender com qualidade os pacientes, objetivando que a população sofra menos as mudanças programadas. Ainda a mídia deve realizar campanhas que incentive esse novo modelo de consulta, informar sobre as suas características e como ela pode ser usada para o benefício de todos, mostrando, ainda, a importância da inclusão desse novo método.