Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 05/01/2021
A telemedecina seria de muito bom proveito para parte marginalizada da sociedade que se encontra sem acesso médico, mesmo com tentativas de prefeituras, oferecendo supersalários, para suprir as vagas de médicos em regiões distantes dos grandes centros populacionais. No entanto, esse recurso encontra dificuldades técnicas para tais áreas, que possui deficiência de infraestrutura básica, como rede de telecomunicações e até rede de esgoto, que é vetor de diversas doenças nessas regiões.
É importânte essa integração virtual do atendimento médico, sendo como uma evolução natural na nova revolução digital em curso, quebrando barreira de distâncias e tempo. Dessa forma, médicos de diversas localidades e especialidades podem suprir consultas não-emergenciais, ou até prestar apoio médico a colegas em situações critícas.
Todavia, para se implementar com sucesso a telemedicina em um país com de dimensões continentais e deficiencias básicas sociais, é preciso um aporte de investimento em infraestrutura e insumos básicos na área de saude em regiões carentes, onde falta medicamentos e até seringas. Muitas doenças poderiam ser evitadas, com uma boa orientação médica e de um corpo clínico que inclui diversos profissionais da saúde (como enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, entre outros).
Portanto, é visto com bons olhos a implementação e manutenção da telemedicina em nosso país, mas junto com um investimento tanto na área da saúde como na infraestrutura. A medicina, envolve alimentação saudável, higiene básica e condições salutares de acomodações. Não adianta existir medicina remota, e não ter infraestrutura. Doenças evitavéis com um simples tratamento de água e esgoto na região, ou orientação do uso de higiene básica. Além, é claro, de uma alimentação balanceada que é privada para milhões de cidadãos.