Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 07/01/2021

Segundo a lei da inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física, é possível perceber a mesma condição no que tange à implementação da telemedicina no Brasil, que segue sem intervenção que o consolide no cotidiano. Portanto, torna-se necessário avaliar uma causa, uma consequência e uma possível solução dessa problemática.

Em primeiro plano, é preciso atentar para ineficiência de leis presente na questão. Segundo a Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente que estão inseridos. No entanto, a falta de estatal acerca da criação de mecanismo que potencialmente visem expandir essa ferramenta online para uma atendimento mais rápido, tem sido insuficiente. Assim, a lei sendo enfraquecida, dificulta a pulverização da ideia da telemedicina como ajuda no ramo medicinal.

Em segunda análise, o atendimento via internet pode ser uma entendido como uma válvula à filas e deslocamentos dos pacientes. Nessa perspectiva, desde a revolução técnico-científica que representa um período de avanço tecnológico, uniu a ciência e a indústria. Dessa maneira, otimizando tempo e espaço, mostra-se como a internet pode ser usada como ferramenta para complementar. assim também, levando a medicina para regiões com menor acesso à saúde, como norte e nordeste.

Logo, superar esse panorama mostra-se um grande desafio da pós-modernidade. Portanto, cabe ao Ministério da Tecnologia e Comunicações juntamente ao Ministério da Economia distribuir em hospitais públicos aparelhos eletrônicos com acesso à internet e treinamento para os médicos, para que por meio dessa ação pode ser feitas consultas de on-line, e assim, obter um maior alcance dos tecidos social das camadas mais pobres. Assim, a partir dessas ações espera se promover a construção de um Brasil melhor.