Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 11/01/2021
A Revolução Industrial foi um período histórico marcado por uma reviravolta teecnológica que teve início na Inglaterra a partir da segunda metade do século XVIII e se espalhou pelo mundo causando grandes transformações. Sem dúvidas, esse avanço tecnológico reverberou até os dias atuais e facilitou extremamente a vida da maioria das pessoas, tanto em questões de entretenimento, como em cuidados com a própria saúde. Logo, os benefícios da implementação da telemedicina no Brasil.
Paralelo a isso, é possível notar a ascenção da internet nos últimos anos. A cada ano que se passa vê-se novos aplicativos e redes sociais surgindo, assim como a telemedicina vem conquistando seu espaço. No ano de 2020 descobriu-se o Coronavírus, e com isso vieram adaptações de modo de vida, diversão, convívio interpessoal e muitos mais ensinamentos. Além disso, idas à hospitais ficaram mais escassas, por conta do medo das pessoas de se contaminarem, e com isso, surgiram aplicativos desenvolvidos por hospitais como Albert Einstein e Sírio Libanês para auxiliar a autoavaliação, assim, podendo se distinguir a contaminação por COVID-19 de outras gripes e doenças constantemente contraídas.
Ademais, médicos tiveram que se adaptar a novos meios de realizarem suas consultas. Até mesmo dermatologistas entraram no processo, como foi o caso da médica Monalisa Nunes, que teve que inovar suas práticas de atendimento e ajudar seus pacientes de forma remota. Segundo a Associação Paulista de Medicina (APM), 65% dos médicos ão favoráveis à regulamentação da telemedicina. Isso mostra como é mais viável para os próprios médicos, já que não precisam mais esperar pacientes atrasados ou que acabam não desmarcando suas consultas agendadas.
Em virtude dos fatos mencionados, infere-se a necessidade da AMIB (Associação Médica Brasileira) promover uma maior adaptação de todos os médicos do Brasil, incluindo os mais velhos que podem ser um pouco avessos a tecnologia, por meio de palestras e videoconferências, para que seja de maior aceitação. Desse modo, seria de maior aproveitamento dos médicos pela economia de tempo, e dos pacientes por conta do deslocamento, tendo como finalidade uma inovação no campo da medicina e inclusão tecnológica. Sendo assim, a telemedicina ganharia mais espaço e poderia ofertar os benefícios tanto a prestadores quanto receptores do serviço.