Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 11/01/2021
Em meio à pandemia do covid-19, escolas e comércios ficaram inviáveis de funcionar, pois facilitam a propagação da doença e põe a vida das pessoas em risco. Contudo, alguns serviços não podem parar, uma vez que são essenciais a manutenção da vida, principalmente a medicina. Desse modo, atividades mediadas pela tecnologia permitiu a exerção das funções médicas com segurança. Logo, é vital discutir acerca dos obstáculos tempo e distância superadas pela telemedicina e considerar os limites do uso tecnológico em um setor tão sério e importante como a medicina.
A princípio, cabe ressaltar confortos ofertados pelo remoto. De acordo com o célebre cientista alemão Albert Einsten, “a tecnologia excedeu a humanidade”. Em análogo, é possível aprender e trabalhar na comodidade de casa, sem enfrentar trânsito e cada um pode preparar a melhor rotina de estudos para si. Portanto, é indiscutível que o encontro à distância trouxe aspectos positivos, superou diversos obstáculos e deve ser usado com consciência.
Entretanto, infelizmente, telemedicina não se compara ao presencial, quitar dúvidas ao vivo ou tocar nos pacientes. Possivelmente devido a isso, os alunos presenciais 6,1% tiveram conceito máximo, esse percentual foi de 2,4% no ensino a distância, segundo dados divulgados pelo INEP de 2019. Dessa maneira, é preciso avaliar os malefícios e benefícios das reuniões remotas, com o finto de aproveitar os recursos digitais com segurança e cuidado com a vida.
Por conseguinte, é preciso que a legislação brasileira, guiada por especialistas das áreas da medicina e informática, imponha condições e frente à telemedicina, por meio da criação de leis que apontem riscos à vida, com penas justas em cada caso. Ademais, para garantir a efetividade da constituição é crucial que a lei exija um curso de ambientação para exercer certas atividades médicas remotamente. Assim, haverá uma telemedicina sólida e estável.