Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 25/05/2021

Na obra"O grito", de 1893, o  renomado pintor francês Edvard Munch utiliza cérebres nuances de pinceladas para expressar o medo e o espanto no personagem principal.Mais de 120 anos depois,esses sentimentos se fazem presentes no cotidiano nacional no que tange à existência de debates acerca da implementação da telemedicina.Sob essa ótica,vale salientar, que a alta da acessibilidade e a evolução do conhecimento tecno-científico impulsionam diálogos pelo país.Logo,rever as ações e a situação hodierna é imprescindível para fomentar a melhor escolha,haja visto a garantia do bem-estar de todos.

Nesse viés,é previsto na Carta Magna o direito fundamental dos brasileiros no alcance à saúde ao longo do território.Sob essa perspectiva, a adesão das consultas tecnológias à distância além de efetivar a democracia proporciona qualidade de vida para inúmeros indivíduos que antes em decorrência dos altos custos e da difícil localização não utilizavam esse serviço.Com esse raciocínio,a telessaúde ocasiona o cenário igualitário e acessível para povos isolados e carentes, como o preconizado pelo filósofo São Tomas de Aquino, o qual enunciava por intervenção das obras literárias,a igualdade humana no âmbito jurídico democrático.

Seguindo essa linha de pensamento, a partir da 2° revolução industrial os recursos telecomunicativos e a ciência progridem de maneira eficaz.Nesse sentido,a incorporção do atendimento mediante a internet torna-se cada vez mais confiável,já que os meios são aprimorados constantemente.Ademais,cerca de 85% da população possui algum aparelho eletrônico,conforme dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), inclusive atesta a viabilização dessa modernidade.Então,esse trabalho encaixaria desejavelemnte na realidade da nação não somente em épocas pândemicas mas também em contextos habituais.

Portanto,diante dos fatos supracitados, observa-se além dos discursos a possibilidade e as vantagens sociais da incorporação dessa especialidade médica.Dessa forma,urge de instituições formadoras de opiniões,por exemplo escolas, em parceria com ONG’s realizar palestras educativas à comunidade-visto que atos coletivos têm imenso poder transformador-por intermédio de encontros semanais no intuito de esclarecer os preceitos básicos e estimular a busca.Outrossim,cabe ao Estado concomitantemente com os governos regionais reavalizar os orçametos e os planos administrativos por meio de reuniões com o fito de levar o sistema essencial para áreas remotas,autorizar o uso dessa tecnologia e aplicar corretamente a Constituição.Assim,as reações ilustradas no quadro expressionista não caracterizarão a temática das discursões da nova prática da medicina,principalmente inexestirão na sociedade uma vez que haverá benefícios para o povo no Brasil.