Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 30/06/2021
Na série ”Greys Anatomy”, a doutora Miranda Billy auxilia seus resistentes que se referiu a milhas de distância do hospital, em um procedimento cirúrgico através de um monitor de computador. Fora da ficção, a telemedicina no Brasil ainda precisa se estruturar devido o precário serviço disponibilizado pala rede pública de saúde, ea falta de investimento do Estado na educação tecnológica da população. Logo, faz-se imperiosa uma análise desta conjuntura, com o fito de mitigar essas entraves.
Em primeira análise, é valido postular que a pandemia do covid-19 mudou a maneira de atuação da medicina devido às restrições do isolamento social para a contenção do vírus, consequentemente mesmo sem uma estrutura planejada, a telemedicina está tento um papel importante nesse momento de crise sanitária. No entanto, a precariedade do serviço tecnológico ofertado pelo Governo é escasso e, fere os direitos constitucionais assegurados no artigo primeiro da constituição de 1988, a qual cita que todo cidadão brasileiro tem o direito a uma vida digna. . Esse panorama lamentável, se perpetua devido o Governo Federal não direcionar verbas necessárias para o setor tecnológico voltado para a área da saúde, o que não só afeta o indivíduo das áreas urbanas como também de áreas mais afastadas. Evidencia-se, portanto, que a garantia permanece somente na teoria.
Outrossim, vale ressaltar que a negligência do Estado na educação tecnológica, contribui para a baixa aderência aos serviços digitais prestados pela telemedicina. Nesse sentido, a teoria do sociólogo Émile Durkeim aborda duas visões: “normal e patológica”. Analogamente, observa-se que um ambiente patológico em crise, interrompe o desenvolvimento, visto que um sistema falho não favorece o progresso coletivo. Deste modo, é nítido que medidas devem ser tomadas para que a problemática em questão seja solucionada.
Por fim, é mister combater os entraves que a telemedicina enfrenta hodiernamente no Brasil. Portanto, o Ministério da Educação junto ao Ministério da Economia e a empresas privadas, por intermédio de incentivos fiscais, invistam em um programa de internet para todos, com o objetivo de, construir um aplicativo de fácil manuseio para os hospitais públicos do país e para famílias que não tem acesso á hospitais perto de suas casas, de modo a melhorar as consultas e os atendimentos médicos. Alé disso, é importante o treinamento especializado de médicos para o atendimeno online, com fito de aprimorar essa ferramenta já ultilizada na pandemia de Covid-19 ,ajudar familias de baixa renda e de zonas rurais a ter acesso a um atendimento médico digno. Assim, torna-se-à possível alcançar os direitos assegurados pela Carta Magna brasileira.