Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 27/07/2021
O jornalista Dimenstein, ao produzir a obra ’’ Cidadão de papel ‘’, afirmou que a consolidação de uma sociedade democrática exige uma garantia dos direitos fundamentais de um povo. No entanto, com debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil, constata-se que esse direito não tem sido pragmaticamente assegurado na prática.Isso em virtude do aspecto sociocultural histórico e da ineficiência das políticas públicas.
Em primeira análise, torna-se evidente a influência do aspecto sociocultural. Sob tal perspectiva, é oportuno assinalar que, conforme o pensador Émille Durkheim, uma sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada do senso comum .Nesse sentido, uma proposta do sociólogo pode ser aplicada no histórico social do país, que desde a chegada da família Real sofreu com concentração de riqueza regional. Por consequência, hoje, essa disparidade resulta na exclusão tecnológica de muitos cidadãos de regiões como o Norte, que não possui acesso a telemedicina. Segundo o G1 ‘‘70% das pessoas sem acesso a internet está no Norte’ ‘.Destarte, discorrer sobre essa problemática é o primeiro passo.
Além disso é importante o acréscimo da ineficiência legislativa.A esse respeito, o filósofo grego Aristóteles afirmou que o objetivo da política é promover a vida digna aos cidadãos. Nessa lógica, a conjuntura vigente contrasta do ideal aristotélico, posto que o State é ineficiente no that tange to access tecnológio. Por consequência, pessoas periféricas, muitas vezes não têm acesso à internet, logotipo ficariam marginalizada ao avanço da saúde, o que é contra ao proposto pela Constituição. Segundo o UOL, ’’ 43% dos moradores de favelas não tem acesso à internet ‘’.
Portanto, como causas do debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil, precisa ser findadas.Para isso, uma sociedade deve ser reinvin-dicar, por meio de manifestações cibernéticas, projeto que democratize o acesso à internet nas comunidades.Ademais, o Ministério da Cidadania de-ve por fibras óticas e lan houses comunitárias nas regiões ao Norte e perif-erias, por meio de empresas , a fim de garantir a equidade.