Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 28/08/2021
De acordo com a constituição federal de 1988, todo e qualquer cidadão possui direito de acesso à saúde, seja ela digitalmente ou presencial.
Entretanto, o cenário visto pela telemedicina no Brasil, impede uma boa organização dos sistemas de saúde brasileiros, seja pelo difícil acesso à áreas remotas, como também pode proporcionar cortes de gastos públicos.
Convém ressaltar, a princípio, que o acesso à saúde em regiões do interior brasileiro é precário, tornando-o assim, fator determinante para a permanência do problema, já que o estado não cumpre seu dever, como fornecedor de direitos relativos. Nessa visão, como grande parte dos recursos médicos à saúde estão concentrados em determinados locais, a implementação dos mecanismos digitais em áreas interioranas, possui capacidade de consultas da atenção primária.
Além do acesso precário a meios de saúde, o corte de gastos também é fator a ser levado em consideração, pois, em tese, não seria necessária a utilização de meios de transporte para o deslocamento aos centros urbanos, como também economizaria no uso de produtos hospitalares com custos custos, assim, promovendo o acesso à telemedicina. Logo, é necessário uma intervenção para que essa inaceitável situação seja modificada.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham ampliar o acesso à telemedicina no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos, por meio da implementação de sistemas tecnológicos em locais do interior brasileiro que não possui uma disponibilidade de disponibilidade de uma saúde de qualidade, por meio da criação de centros especializados com acesso facilitado a qualquer cidadão, com médicos disponível a qualquer momento atendendo em meios digitais. Somente assim, esse problema poderá ser gradativamente erradicado, um fim de proporcionar o acesso à telemedicina à todo e qualquer cidadão.