Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil

Enviada em 04/10/2021

A inovação tecnológica na medicina se intensificou no período da “Segunda Guerra Mundial”, na qual houveram diversos avanços científicos na área da saúde, o que corroborou para a idônea interligação entre tecnologia e tratamento médico. Diante disso, é perceptível a importância da Telemedicina, visto que promove a proliferação de consultas e monitoramentos a pacientes de forma digital, uma vez que utiliza-se da eficácia e dinamicidade dos aparelhos modernos. No Brasil, essa realidade não vista em grande parte dos estados, desse modo, entende se que a defasada implementação da Telemedicina pelo governo, bem como o analfabetismo digital, apresentam-se como entraves para a resolução do problema.

Em primeira análise, a falta de políticas públicas é a causa principal da pertinência do imbróglio, sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um dos seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, é notório o descaso dos governantes brasileiros com o sistema público de saúde, na qual a população, pricipalmente a classe D, é lesada, pois não há a rápida e modernizadora consulta que a Telemedicina proporciona e, consequentemente, essas pessoas têm que enfrentar a grande fila do SUS (Sistema Único de Saúde). Em contrapartida, o ex programa de televisão, “Bem-Estar”, exercia função incoincidente com a do atual governo, pois preconizava, de forma remota, a democratização da Telemedicina, por meio da interatvidade dos telespectadores e doutores da medicina.

Ademais, o analfabetismo digital é um dos principais agravantes da temática. A pandêmia da “Covid-19”, tem mostrado que, infelizmente, grande parte da sociedade está privada do acesso a tecnologia, o que configura, de certo modo, um caráter elitista ao uso da Telemedicina. Dessa maneira, a população mais pobre se sente incapaz de usar essa ferramenta e, portanto, preferem acreditar na crença comum como forma de resolver os problema de saúde, na qual, muitas vezes, acabam intensificando a enfermidade. Dessarte, comprova-se a premência de ações eficazes para atenuar essa problemática.

Portanto, medidas são necesárias para resolver esse impasse. É dever do Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Cidadania, a proliferação de consultas e tratamentos a distância e a disseminação de palestras educativas sobre o uso da tecnologia, por meio de um grande investimento do governo, com o fito da democratização da Telemedicina no Brasil. Desse modo, é de se esperar um país mais harmonioso e utópico.