Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 29/09/2023
O debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil controverte a Consti-tuição Federal de 1988 que assegura a pluralidade política e o bem-estar como pri-oridades para uma sociedade fraterna e sem destinções. Nota-se que tal documen-to jurídico encontra-se inefetivado, esse cenário nefasto ocorre em razão da negli-gência Estatal evidente através da ausência de infraestrutura do sistema público de saúde para realização do avanço mencionado.
Mormente, é relevante explicitar que a telemedicina traz aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) grandes benefícios, pois os atendimentos remotos reduzem os longos prazos de espera que os pacientes são submetidos para marcação e rea-lização de consultas médicas. Entretanto percebe-se que o poder público caminha em descompasso com as necessidades dos seus cidadãos e das novas dinâmicas sociais, uma vez que os mesmos possui oportunidades para aumento na sua qua-lidade de vida, contudo sem êxito.
Ademais, é fulcral pontuar que a tecnologia é um aliado fundamental para o avan-ço, a promoção e a prevenção à saúde de todos os indivíduos. E que o atendimento pré-clínico é um benefício para toda população, porém, a realização desta proposta ainda é desconhecida por muitos brasileiros devido à falta de informação que deve ser ofertada pelo Estado, a todos. Esse panorama é análogo ao pensa-mento do filósofo Aristóteles, segundo ele deve-se tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais, na medida das suas desigualdades.
Portanto, são essenciais medidas exequíveis para reversão do entrave mencionado, para isso faz-se mister que o Governo Federal faça uso das mídias digitais para a divulgação da disponibilização gratuita das pré-consultas online, onde os pacientes podem utilizar de tal propostas para otimizar seu tempo, outrossim é imprescindível, que as autoridades Estatais realizem a manutenção na implementação da telemedicina do Sistema Único de Saúde para que a prática dessa ação seja efetiva e não apenas mais um projeto ineficaz oferecido os menos privilegiados.