Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 06/11/2020

O Instituto Universal Brasileiro (IUB), desde o século XX,oferece cursos profissionalizantes a distância no território nacional, sendo caracterizado uma das empresas tupiniquins pioneiras nessa modalidade educativa. Entretanto, após anos de inovação tecnológica, as plataformas digitais cunharam pluralidade e uma qualidade ímpar no ensino longínquo, principalmente superior. Nesse sentido, seja pela baixa distração nas aulas ou pela versatilidade de horários oferecidos, as universidades não-presenciais são imperiosas para o desempenho acadêmico da nação e, por isso, carecem ser mais visibilizadas.

Previamente, é necessário salientar que o ensino a distância preenche as principais lacunas na aprendizagem civil. À medida que a Revolução Técnico-Científica Informacional instituiu-se, o requerimento de um conhecimento especializado foi alarmado, tendo como consequência o maior gasto temporal com qualificações pela população. Entretanto, os exacerbados horários universitários dificultam a concentração a longo prazo, diminuindo a absorção de conteúdo pelos estudantes. Prova disso são as grades de cursos integrais, que chegam a oito horas diárias de aula. Assim, por possuírem horários flexíveis, as graduações não-presenciais possibilitam maior desempenho cognitivo, ao passo que permite a escolha do momento para a realização das atividades. Desse modo, elucidar os pontos positivos da educação a distancia é essencial para aumentar a capacitação profissional dos brasileiros.

Ademais, a ausência de companhias sociais e múltiplas informações simultâneas otimiza o tempo despendido com a instrução. Conforme boa parte das aulas cibernéticas são gravadas, a baixa perda de foco com bate-papos e amizades é facilitada. Dessa maneira, indivíduos com déficit de atenção e transtorno de aprendizagem, por exemplo, são beneficiados, visto que sofrem menos estímulos externos. De acordo com o filósofo John Locke, é dever do Estado oferecer mecanismos para o bem-estar social. Logo, aumentar o número de instituições públicas que ofereçam o ensino virtual é mister para contemplar todos os parâmetros educativos.

Portanto, ações são fundamentais para que as universidades longínquas sejam difundidas pelo país. Sob essa ótica, a criação de propagandas televisivas que ressaltem a comodidade e os benefícios do ensino a distância, por meio de iniciativas publico-privadas entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e empresas midiáticas, é mister a fim de que a população conheça suas vantagens e procure formação. Para isso, a verba do Ministério da Educação serviria como custeio. Além disso, a maior oferta de vagas virtuais universitárias, por meio de uma ementa legislativa que estabeleça uma cota mínima a ser oferecida pelas universidades públicas, é crucial no intuito de abarcar mais indivíduos. Apenas assim, a internet continuará o trabalho brilhante do IUB no Brasil.