Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 06/11/2020

Segundo a lei da inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à qualidade do ensino superior a distância, que segue sem uma intervenção que o resolva. Esse cenário é fruto tanto da negligência estatal, quanto da má formação de profissionais. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses apectos.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a má qualidade do ensino superior deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que tange à criação de mecanismos, que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estato é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil, visto que o ensino superior deficitário ao criar maus profissionais trabalham contra a própria comunidade, isto é, nivelando todos por baixo.

Ademais, é imperativo ressaltar que a má formação profissional como promotor do problema. De acordo com o Ministério da Educação (MEC)," após a conclusão da faculdade, o desempenho daqueles que fizeram educação a distância (AED) tem sido pior do que dos formados presencialmente". Nesse sentido, observa-se que a educação a distância, embora, seja prática e útil, traz com sigo problemas, a exemplo, a má formação de seus estudantes. Desse modo, faz-se necessário a revissão dessa forma de educação.

Portanto, a fim de garantir o bem-estar da população, a educação superior  (AED) deverá reformula-se. Cabe ao MEC, mediante ao redirecionamento de verbas realizar adaptações em todas as faculdades de níveis superiores para verificar o nível de seus  cursos prestados, principalmente aqueles que atuam com o ensino a distância. Ou seja, elaborando provas semestralmente que  objetivará  medir os níveis das instituições e divulgar os resultados na pagina “web” do MEC. Desse modo, espera-se contribuir para a dissolução do problema.