Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 11/11/2020

Atualmente, em tempos de pandemia, o ensino na área da educação é realizado à distância. Seja ensino fundamental, médio ou superior. Tem se observado em crianças e adolescentes a dificuldade de aprendizado na maioria dos casos. O ensino superior infelizmente segue o mesmo padrão.

Pesquisas recentes mostraram que o ensino a distância deixa muito a desejar, segundo levantamento realizado pelo Ministério da Educação, grande maioria dos candidatos que concluíram curso superior a distância, não alcançaram mérito em suas avaliações. Surge então o questionamento: “Até onde é interessante o Ensino a Distância (EAD)?”.

Existem cursos que em sua maioria, não são totalmente ministrados presencialmente, Pedagogia é um exemplo, graduação na qual requer bastante atenção para o ensino futuro, sendo a base para o ensino infantil. Estes graduandos tem realmente o dom para essa determinada área? Conseguem ter didática para transmitir variados assuntos? Estas questões somente poderiam ser observadas em aulas presenciais e em avaliações periódicas presenciais.

No ensino a distância existem variados fatores que atrapalham o aprendizado, em geral, o aluno assiste suas aulas em casa, e diversos fatores pode interferir na concentração. O uso de celulares em sala de aula é proibido para que o aluno permaneça mais concentrado neste período, no caso do EAD, onde não existe tal cobrança, estes aparelhos acabam por atrapalhar o desempenho.

A qualidade do ensino deverá sempre ser avaliada por órgãos competentes. Com estes dados, o Ministério da Educação, deverá apresentar novas diretrizes para o ensino a distância.

Portanto, em cidades mais distantes o EAD é uma opção para levar a educação aos que não tem acesso presencial, porém em grandes metrópoles este ensino deverá ser preferencialmente presencial. Com isso, ao longo dos anos, melhorar a qualidade do ensino no Brasil.