Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 19/11/2020

É aterradoramente claro como a internet esta conectada ao cotidiano das pessoas de maneira intensiva, principalmente quando se trata de educação. Além do mais em um aspecto mais específico, pode-se perceber a utilização de novas formas de ensinar, como o ensino a distância, método muito utilizados por diversas escolas e universidades. Entretanto, o novo meio educacional tem apresentado falhas na qualidade de seus ensinamentos, tanto em instituições públicas quanto privadas, colocando a prova a sua viabilidade. Tendo isso em vista percebe-se a necessidade de medidas que solucionem a problemática.

Primeiramente, é importante entender como essa prática se tornou tão importante para a população. Logo que o método EAD (Educação a Distância) foi criado em 1728, era feito através de cartas, como uma maneira mais simples e prática de disseminar o conhecimento para aqueles que não tinham como se deslocar até as universidades. No entanto, o uso dessa técnica no meio virtual é muito mais frequente do que antigamente, abrindo margem para erros qualitativos defasando a educação de seus espectadores.

Ademais, pode-se pressupor que o gerenciamento dessas instituições é um aspecto importante para entender a causa do problema. Segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) o Brasil investe 6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro na educação, quando na verdade deveriam ser 10%. Dessa forma é possível visualizar a falha do ensino a distância na regência pública, a área o qual a maior parte da população brasileira depende para ter algum grau de qualificação educacional. Enquanto a esfera privada apresenta um problema adaptativo, no qual tanto as instituições quanto os profissionais não estão aptos para a prática, tendo em vista as dificuldades enfrentadas durante a pandemia da COVID-19.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Antes de mais nada o Governo Federal aumentaria o investimento a área da educação, diminuindo e redirecionando os valores investidos em outros setores públicos para o educacional. Em seguida o Ministério da Educação com os novos investimentos criariam técnicas mais adaptadas para o EAD que serão obrigatórias para escolas públicas e privadas. Nelas seriam inseridas atividades como experimentos e simulações para a assimilação do conteúdo. Espera-se que, com essas medidas o debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil e suas consequências sejam freadas.