Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 21/11/2020

Durante séculos o sistema de ensino em escolas e universidades é o mesmo, sendo a lousa, giz e professor. No entanto na década atual surgiu o ensino a distância, em que alunos e professores não precisam estar no mesmo ambiente, somente necessitam estar conectados à internet. Todavia, esta revolução na educação veio com algumas dificuldades, como por exemplo a falta de relações pessoais de estudantes com outros, e o preconceito de empresas contra formados por ensino a distância (EAD).

Primeiramente, como dizia o escritor Stephen Covery " a tecnologia vai reinventar o negócio, mas as relações humanas continuarão a ser a chave para o sucesso". logo,o EAD diminui as relações pessoais, por conta de somente utilizar o computador em casa, como causa, o indivíduo perde a chance de fazer “networking”, participar de projetos, e outras atividades oferecidas pelas universidades. Assim, perdendo a chance de melhorar seu currículo.

Em segundo lugar, de acordo com o jornal G1, a maioria dos engenheiros, arquitetos formados por EAD, não conseguem emprego por conta do preconceito das empresas a essa modalidade de ensino. Dessa forma, o EAD se torna uma desvantagem para quem mora em metrópoles, por conta da pouca demanda por esses profissionais. Desse modo, quem se forma a distância em áreas de pouca demanda, provavelmente fica desempregado, assim o aluno acaba perdendo tempo e dinheiro.

Portanto, para o EAD ser mais eficaz no Brasil, o Estado junto com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), devem investir em internet no nordeste por meio de verbas governamentais, dessa maneira, a internet poderá permitir o acesso as universidades EAD. Então, o nordeste - região pobre do país- poderá ter um melhor acesso a educação, e jovens tendo uma maneira mais fácil de fazer um ensino superior. Como ja dizia o poeta  Carlos Drummond de Andrade " a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional".