Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil
Enviada em 22/11/2020
No passado, o ensino superior era limitado às salas de aula da universidade e restrito. Fatores como localização geográfica, custos financeiros totais e configurações do curso afetarão uma probabilidade de admissão. Graças ao desenvolvimento da tecnologia e da Internet, essas dificuldades podem ser superadas e proporcionar mais qualificação para o mercado.
Em primeiro lugar, o custo de cursar o ensino superior presencial é maior por dois fatores: aos custos da universidade com infraestrutura, manutenção e impostos pagos pelos alunos; e pelo sujeito morar longe da universidade que quer e ter que pagar transporte todos os dias. Além disso, pretende adquirir materiais solicitados pelo professor em sala de aula. Portanto, todos esses fatores são, em última análise, mais pesados do que as taxas de admissão ao ensino superior.
Além disso, os avanços atuais em softwares e informática têm permitido que as instituições ampliem as vagas e ofereçam educação de qualidade aos universitários, o que requer algumas reuniões semestrais, dispositivo com acesso à Internet, comum hoje. Vale ressaltar que governo e órgãos reguladores, em conjunto, mantêm leis e normas para garantir a qualidade dos cursos a distância. De acordo com o site portalmec.gov.br em 2017, o aumento foi de 17,6% e a EAD já atende mais de 1,7 milhão de alunos, o que representa uma participação de 21,2% dos alunos de graduação no país.
Para que a qualidade do ensino à distância venha ser potencializado é preciso ser tomadas certas decisões e iniciativas. Cabe ao governo e ministério da educação encaminhar verbas para instituições com intuito de incentivar e qualificar ainda mais essa modalidade de ensino. Com isso o ensino EAD será ainda mais constante e qualificado.