Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 02/12/2020

Conforme o filósofo Jonh Lock ‘‘O homem nasce como se fosse uma folha em branco." O ensino a distância vem se consolidando nos últimos anos e embora o contexto de evolução seja positivo para expandir as fronteiras educacionais, resultados do ENADE que avalia o desempenho dos universitários concluintes não são os melhores. Portanto, È necessário questionar as devidas consequências desse fenômeno a fim de aprimorar o sistema e diversificar o ensino para todos.

Certamente, a expansão do ensino digital traz consigo um aumento significativo na quantidade de alunos que ingressam no ensino superior, dando-lhes uma autonomia no seu processo de ensino-aprendizagem. Em contraste, ao ‘‘boom’’ quantitativo de alunos e a baixa oferta de precificação dos cursos ead, muitos alunos não possuem os meios necessários ocasionando complicações no decorrer de sua formação.

E ainda mais, as universidades não oferecem suportes tecnológicos, como ‘‘Wi-fi’’ e ‘‘Tablets’’ para os seus alunos que tem algum prejuízo nos equipamentos de estudo, tendo em vista que, por falta de apoio das instituições muitos graduandos EAD acabem por vezes indo mal nas provas de fim de semestre e até no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE); e dando um histórico de 65% abaixo da média em comparação ao desempenho dos graduandos dos cursos presenciais conforme aponta o jornal agazeta.

Portanto, é necessário que os coordenadores dos cursos EAD, juntamente com a reitoria das universidades disponha recursos viáveis para proporcionar a melhoria da qualidade de ensino. Como também, o MEC promover a inclusão ao acesso dos alunos com deficiência por meio de propagandas em internet e palestras em sala de aulas, e assim, estimular as aulas online desde o ensino fundamental ao médio para os alunos refletir nas possibilidades de se inserir futuramente nas web aulas e desfrutar futuramente como um discente do novo fenômeno que vem crescendo: o ensino EAD.