Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil
Enviada em 24/05/2021
É certo que o crescimento da modalidade EAD vem crescendo inversamente proporcional a qualidade de ensino, e faz-se necessário debater sobre está situação no país. Isso acontece devido ao despreparo destas instituições de ensino à distância, já que visam mais o lucro do que a qualidade e a ineficiência do MEC por falhar nas fiscalizações, cenário que deve urgentemente mudar.
Inicialmente, é importante ressaltar que empresas como essas, visam mais o lucro, acabam fornecendo um produto de péssimas qualidades. Nesse contexto, com o crescimento desenfreado de cursos EAD, não há uma supervisão a fim de fornecer o ensino de qualidade, sendo isso refletido no alto índice de reprovação no Enade e consequentemente uma má formação profissional. Desse modo, consoante ao pensamento de Sir Arthur Lewis: “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”, essas instituições precisam rever suas prioridades e assumir responsabilidades socioeducacionais evitando danos à sociedade.
Além disso, o Ministério da Educação tem papel importante nesse cenário. Apesar das empresas de educação superior conseguirem fornecer todos os requisitos conforme a LDB preconiza, a falta de inspeção ao longo dos anos, acabam por garantir que essas empresas negligencie o ensino. Tudo isso acarreta no péssimo desempenho, tanto do estudante como da entidade prestadora de serviço, proporcionando prejuízo para ambas as partes.
Logo, é fato que, é preciso melhorar a qualidade de ensino EAD no Brasil. Nessa perspectiva, é fundamental que, O Ministério da Educação, promova estratégias mais eficazes, já que, é imperativo que as organizações educacionais forneçam uma ótima educação, por meio de uma fiscalização mais rigorosa, como por exemplo, avaliações periódicas e inspeções, para que assim, a população que necessita desse serviço possa se beneficiar e contribuir para o seu país.