Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil
Enviada em 06/01/2021
O sistema de ensino a distância(EAD), enaltece a tecnologia como fundamento. Dessa maneira, objetiva compartilhar conhecimentos através de um celular ou computador, por exemplo. Porém, a qualidade do ensino superior a distância trouxe fragilidade ao ensino superior, em virtude da baixa qualificação dos professores. Dessa forma, os alunos são mais conduzidos pelas distrações e desalento do que pelas orientações de um bom corpo docente. Tal problemática merece fim urgente.
Mormente, convém lembrar dos infortúnios que abrangem o ensino a distância, como a falta de qualificação dos professores. Como exemplo, vale citar o despreparo do corpo docente brasileiro, evidenciado pelo período de pandemia, o qual exigiu EAD obrigatório. Consequentemente, os alunos do ensino superior sofreram um forte desalento quanto aos estudos. Outrossim, o amiente virtual em que os alunos se encontram se torna um agente de distrações de grande potencial, se comparado ao ensino presencial.
Por conseguinte, devido às distrações fornecidas pelo ambiente, o rendimento do aluno recai drasticamente. Segundo o Ministério da Educação(MEC), aqueles que concluíram o ensino superior a distância tiveram desempenho pior do que aqueles que concluíram presencialmente. Logo, a sociedade brasilera vai acumulando mais pessoas com diplomas, porém com menos aporte para transmitir o conhecimento recebido. Sendo assim, vale lembrar que a má educação retira capitais e provoca perdas significativas à sociedade, de acordo com Voltaire.
Portanto, é mister que o MEC invista no corpo discente por meio da convocação de professores mais especializados no ensino superior e a distância afim de engajar e formar verdadeiramente os alunos. Assim, possivelmente haverá uma maior quantidade de professores qualificados no Brasil, e o mais importante, tais professores formando pessoas igualmente ou até mais qualificadas do que eles.