Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 29/03/2021

A educação contemporânea

Na modernidade que corre, comumente é perceptível ouvir críticas contra a qualidade do ensino de educação à distância. Porem, essa modalidade fora o subtérfugio do sistema educacional mundial frente a pandemia que o Covid-19 promoveu em 2020. Forçando as engrenagens governamentais a estruturarem melhor esse meio. No entanto, uma análise qualitativa evidenciaria um progresso nos anos posteriores, ou nada mudaria?

O EAD  (educação à distância), é uma forma moderna que tornou a educação mais acessível a população em geral. Um trabalhador que supera 8 horas de serviços diários, não conseguiria conciliar sua rotina a esta de pegar transporte, ir a faculdade, manter a atenção numa aula por 4 horas e em seguida pegar o retorno ao seu lar. Dependendo dos casos o tempo de deslocamento é superior ao de aula.

Fora isso, é relevante ressaltar as mensalidades. Aquele possui metade do valor do que a de um curso superior presencial. No presencial há gastos com: transporte, alimentação e o curso. Há miriádes de prós e contras. No entanto, o que condena o ensino superior à distância é a qualidade.

Não obstante, tal modalidade foi colocada em xeque no ano de 2020. Quando todos os países numa tentaiva de reduzir a contaminação de um vírus que gerou milhões de mortes, a saber: Covid-19.  Que segundo a Organização Mundial de Saúde, o distanciamento social era uma prática eficiente de combater a proliferação do coronavírus.

Logo, a competição que havia entre o discenir à distância contra o presencial tomou outros rumos. Na obrigatoriedade do primeiro, as instituições moldaram-se a tal prática. E somente na formação desses profissionais é que há de  saber se houve ou não uma melhora no ensino à distância. No momento, cuspir no prato que se come não seria conveniente.