Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil
Enviada em 12/06/2021
Ensino à distância, o futuro do mercado de trabalho Anos antes de entrarmos na pandemia do coronavírus, a modalidade de ensino à distância (EAD) para estudantes do ensino superior já crescia consideravelmente desde 2017. A modalide de ensino à distância, é comumente associada ao “homeschooling”, em português ensino escolar, em que crianças e adolescentes recebem sua educação nível fundamental e médio orientadas pelos seus responsáveis. Entretanto, diferentemente do ensino domiciliar, a modalida à distância aplicada em adultos no ensino superior, é autorizada no Brasil e está integrada a uma instituição que deve seguir regras criteriosas estabelecidas e devidamente autorizada pelo MEC, estas regras vão desde exigências no projeto pedagógico do curso, infraestrutura minina necessária para atender docentes e discentes á contratação de funcionários e regularidade fiscal. Apesar de ainda haver muitas críticas a está modalidade, que são reforçadas através de estátisticas, como a que mostra que estudantes do ensino à distância tem menor desempenho no no ENADE, através de dados coletados pelo MEC, devemos verificar se, a precarização do ensino não está relacionado a instituição, aquela que, independente da forma em que é ofertada os cursos, seus profissionais recém formados apresentam mau desempenho no exame. A maior desvantagem desta modalidade, é a falta de contato humano, os docentes e o corpo técnico, às vezes, podem ter impressões errôneas sobre pessoas ou situações corriqueiras do meio acadêmico, presencialmente, eles tem melhores condições de analisar problemas, e oferecer as melhores propostas, mas nada que a experiência e a uma boa vontade a adaptar-se a esta forma de ensino, não possam superar esses empecilhos. Segundo o IBGE, em 2019, apenas aproximadamente 9% da população brasileira, possui ensino superior concluído. O EAD não exige que o estudante se locomova diariamente ou se mude de residência, também reduz os custos da manutenção do local de ensino, o que implica em menor mensalidade, barateando e democratizando o ensino superior à população de baixa renda. Acredito que o EAD no ensino superior, seja o futuro do mercado de trabalho, atualmente, as habilidades medidas para contratar um profissional, vão além do desempenho acadêmico e nome da instituição, exige-se do futuro contratado, boas habilidades no âmbito emocional, como inteligÊncia emocional, empatia e coperatividade.