Debate sobre a quebra de patentes de vacinas
Enviada em 18/05/2021
Patente é a proteção que o governo cede a um laboratório, que geralmente criou o produto, para que apenas este possa fabricar a vacina, remédio e entre outros. Entretanto, essa proteção em meio a uma pandemia se torna irresponsável já que, a quebra de patentes das vacinas do Covid-19 originaria uma vacinação em massa e no fim da pandemia.
Em primeira análise, nota-se que a liberação dos insumos necessários para se produzir as vacinas contra o Corona Vírus promoveria a vacinação em grandes volumes, além de baratear e se tornar mais acessível aos países subdesenvolvidos. Segundo a teoria de “Contrato Social”, de Jean Jacques Rousseau, o estado tem o dever de garantir o bem-estar da sociedade. Dessa forma, o estado deve agir para que não haja mais mortes pelo Covid, e proteger famílias de perder entes queridos.
Vale destacar, ainda, que com a produção maximizada a população estaria rapidamente imunizada e a pandemia acabaria. Conforme o jornal “BBC News”, a cada 100 pessoas no mundo apenas 18 receberam as duas doses da vacina, variando entre os países, já que nos subdesenvolvidos o número é menor. Sendo assim, com pouca disponibilidade de imunizante a pandemia tende a continuar por longos anos.
Portanto, é essencial que o Poder Executivo, juntamente com o Ministério da Saúde, tome medidas para imunização acelerada da população, por meio da quebra de patentes das vacinas, que consequentemente aumenta a sua produção, para que não haja mais mortes pelos vírus. Assim haverá uma sociedade mais saudável.