Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 28/05/2021

No cenenário que encontra a pandemia, há vários debates a serem discutidos, entre eles encontra a pauta da quebra de patentes de vacinas contra a COVID-19, ou seja, países têm debatido sobre a obtenção de licenças não voluntárias por mais de uma empresa para produção do mesmo farmáco. Com isso ocasionaria em uma produção em massa mais acelerada, assim suprindo a demanda da população e suprindo a escassez  de antivírus no Brasil, e já em outros países que não possuem uma economia boa, acabariam  sendo desfavorecidos, mesmo com a grande produção em um período pequeno, há a questão da qualidade que não apresentaria um grau bom relacionado ao padrão.

É de extrema importância que haja uma equidade entre os países, em vista que com a grande demanda de fármaco, em um período menor do que o padrão, haverá um aumento de gastos bem relevante, assim ocasionando o adiamento do processo de imunização de todas as faixa etárias e o fim da pandemia.

A também de discutir sobre a questão de que, se com um período menor de tempo, tal farmáco aprensentaria uma qualidade coincidente a uma produção  padrão, tendo em vista essa manobra desestimularia o investimento em inovações na saúde e desencorajaria os fabricantes a fazerem ensaios clínicos em países que não honram essas patentes, esse é o prejuízo as pessoas que perderiam a oportunidade de receber o tratamento e também uma perda para as economias locais.

Em virtude dos fatos mencionados a opção coerente seria um acordo de licenciamento voluntário, quando os detentores de patentes fazem parcerias com outras empresas assim partilhando conhecimentos sobre como fazer medicamento em questão com segurança. Dessa forma, faz com que os países assolados pelo vírus entrem em consenso para que toda a população tenha acesso aos antivírus que foram desenvolvidos e a humanidade possa superar esse empasse.