Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 02/06/2021

No fim o ano de 2019 a China se deparava com uma doença respiratória totalmente desconhecida, que se alastrava de forma rápida e mortal. O mundo inteiro, imediatamente, inicia uma corrida para desmestificar essa nova doença, que meses depois iria atingir países e continentes chegando ao nível de Pandemia, conhecido hoje como o Covid - 19.

Assim como ocorrido há centanas de anos, em uma Pandemia que alastrou 1/3 da população mundial, a Peste Negra, o Covid-19 também teria origem animal. Estudos comprovaram que a doença teve início na cidade de Wuhan na China sendo transmitida por uma animal, ainda descohecido, para o ser humano. Decorrente desse novo vírus teve início uma corrida científica mundial afim de esclarecer o funcionamento, sintomas, transmissão, prevenção e a cura dessa doença. Chegando a conclusão de um vírus altamento contagioso, passado de pessoa para pessoa por meio de gotículas. E que naquele momento a unica prevenção seria o distanciamento social e o uso de máscaras.

Na medida em que a doença e o medo se espalhava a tecnologia para seu combate também aumentava, até chegarmos na forma mais conhecida de prevenção mundial: vacina. Depois de muitos testes e análises, chegamos em alguns resultados eficazes, que já estão sendo comercializados em todo mundo. Mas é claro que os países desenvolvidos sairiam na frente dessa aquisição, deixando para trás os países pobres.

Com a tecnologia nas mãos, principalmente, de China e índia, hoje já se fala em quebra de patente ou patente voluntária. Que seria a possibilidade de replicação e incentivo dessa tecnologia para outros países afim de aumentar a velocidade de produção e distribuição mundial igualitária da vacina.

Diante disso, é preciso que autoridades, presidentes, a OMS, a ONU e tantos outros se unam em prol da quebra de patente, afim de imunizar o mais rápido possível a população do planeta, se criando uma imunização coletiva e enfim o controle epidemiológico dessa doença.