Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 18/06/2021

Com a epidemia do Covid – 19 houve a necessidade de uma solução para diminuir as mortes, e uma das melhores formas para combater o alto índice de óbitos foi a vacinação em massa. Entretanto, a quebra de patentes possibilita o acesso democrático as vacinas e a diminuição nos índices de mortalidade. Com efeito, evidencia – se que é essencial a agilização na disponibilização de imunizantes e o aumento da produção para que atenda toda a população.

Primeiramente, a quebra de patentes das vacinas garante o acesso a todos. No Brasil, os imunizantes são essenciais contra os vírus, de acordo com a Cartilha de Vacinas, elaborada pela Organização Mundial da Saúde e Organização Pan – Americana da Saúde, a vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. Segundo dados do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 50 milhões de brasileiros vivem na linha de pobreza, de tal maneira a quebra de patentes contribui para o aumento da vacinação, todavia ocorre a distribuição de imunizantes para aqueles que não possuem recursos. Para que não ocorra há falta de vacinação para os indivíduos de baixa renda é necessário o apoio a quebra de patentes no Brasil.

Ademais, a vacinação ocasionou a diminuição do mortes do Covid – 19 e de outras doenças causadas por vírus. De acordo com a BBC, “British Broadcasting Corporation”, a taxa de mortalidade no Brasil entre os idosos era cerca de 30%, mas após a imunização ocorreu a diminuição para 13%. Assim, a quebra de patentes possibilita o aumento da disseminação de doses para toda a sociedade e com isso há a redução nas taxas de mortes. Para que a mortalidade relacionada ao Coronavírus é essencial a agilização na distribuição de imunizantes para toda a população.

Logo, a quebra de patentes das vacinas apresenta benefícios para o corpo social, porém ainda existem desafios a serem combatidos. Sendo assim, a solução viável para a falta de imunizantes vem por meio de uma intervenção do Ministério da Saúde em conjunto com a OMS, Organização Mundial da Saúde, distribuição de insumos e aplicação de investimentos para os laboratórios e universidades para produção de vacinas, por intermédio de verbas destinadas da contribuição pública, a fim de acelerar o processo de vacinação para todos e garantir a saúde dos brasileiros.