Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 27/06/2021

O romance filosófico “Utopia” - criado pelo escritor inglês Thomas Morus no século XVI - retrata uma civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra ficticia, mostra-se distante da realidade no tocante ao Debate sobre a quebra de patentes de vacinas ser um problema ainda a ser combatido no Brasil. Esse panorama lamentável ocorre não só em razão de que a empresa querer lucrar em cima da saúde das pessoas e a flalta de investimento do governo nessa indústria. Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter esse quadro.

Nessa linha de raciocinio, é primordial destacar que a carência de investimento nessa indústria deriva da ineficácia do Poder Público, no que concerne à criação de mecanismos, os quais coibam tais recorrências.

Sob a perspectiva do filósofo contratualista John Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos individuos e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário hodierno brasileiro, visto que, devido à baixa de atuação das autoridades.Além disso, a carência de empatia com a vida do outro apresenta-se como

outro desafio da problemática. De acordo com Roman Krznaric as pessoas teriam que ter empatia com a vida do próximo e não pensar somente em lucrar, tudo isso retarda o combate de lucros em cima de doença. Tal conceito abordado é materializado no Brasil, haja vista queo que, consequentemente. Debate sobre a quebra de patentes de vacinas à para a perpetuação desse quadro deletério.

Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição de mortes por falta de vacina Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias.