Debate sobre a quebra de patentes de vacinas
Enviada em 28/06/2021
Com o começo da pandemia pelo “coronavírus”, diferentes empresas passaram a produzir imunizantes para a população, com o intuito de acabar com o vírus, mas a OMC (Organização Mundial do Comércio), debate a chance de suspender patentes de vacinas e medicamentos contra o coronavírus no decorrer de uma pandemia, essa quebra de patentes foi proposta pela África do Sul e Índia, porém o Brasil é contra essa quebra provisória.
Essa possibilidade concebeu muitas discussões, tendo muitos pontos negativos, como um menor desenvolvimento e quantidade das vacinas, um menor número de indivíduos vacinados e o número de mortes pela COVID-19 aumentaria, mesmo que por um curto período, colaborando para a ampliação do período de quarentena.
A vacinação é de muita importância, e é mais de importância ainda que esteja disponível para todos, pois ela favorece até mesmo pessoas que não tomaram vacina, e que não são vacinadas. A concepção de que a quebra de patentes resolverá o problema, é uma ideia falsa, e uma solução melhor, seria o maior investimento nas produções e maior capacidade técnica.
A quebra de patentes necessita ser de conhecimento de todos, e para isso acontecer, a mídia de comunicação, como campanhas de televisão, junto com o Ministério da Saúde, devem informar a população sobre a quebra de patentes. Além de que para um maior número de vacinados na população e uma maior liberação de vacinas, deve ter melhores investimentos nos laboratórios de produção das vacinas.
Garantir acesso global e igualitário aos imunizantes contra Covid-19 é essencial, pois é um vírus que já infectou cerca de 150 milhões de pessoas no mundo e provocou 3,1 milhões de mortes, causando importante impacto na economia global, pois um estudo da organização não governamental Câmara de Comércio Internacional (ICC), com sede em Paris, estima que se os governos das nações mais desenvolvidas cometerem algum erro em garantir o acesso às vacinas da Covid-19, as perdas globais somarão US$ 9,2 trilhões.