Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 28/06/2021

Sob a perspectiva histórica, em 2007, mesmo com a quebra da patente do medicamento Efavirenz, para o combate ao virus HIV, o Brasil demorou 3 anos para conseguir fabricar as vacinas contra a HIV, portanto, a quebra de patentes de vacina não é muito eficaz no combate a uma pandemia mundial, já que muitos países não teriam capacidade de produzir vacinas por conta própria.

Primeiramente, cabe ressaltar, que com a quebra se patentes as farmacêuticas e os institutos de pesquisa não precisam fornecer qualquer tipo de auxilio na fabricação das vacinas, sendo assim, países que não possuam recursos para a fabricação desses imunizantes demorariam até anos para poder resguardar a sua população, dessa forma, a pandemia ainda existiria, já que, a única população imunizada seria em países desenvolvidos.

Logo, no combate a um virus é necessário se ter a união entre as nações do mundo, visto que, não seriam todos os países que teriam como produzir vacinas o suficiente para toda a sua população, sendo assim poderiam se criar novas variantes da doença que poderiam atingir pessoas que já haviam sido vacinadas.

Levando-se em consideração esses aspectos, é incontestável que no combate a uma pandemia é imprescindível que haja a união do países, posto que, só se vencerá um virus de rápida disseminação quando a maior parte dos indivíduos do mundo estiverem vacinados. Portanto, é essencial que a Organização das Nações Unidas (ONU) promova campanhas de conscientização nas redes sociais e em comerciais, com o objetivo de enfatizar que para combater uma pandemia é necessario empatia.