Debate sobre a quebra de patentes de vacinas
Enviada em 27/06/2021
Recentemente a declaração de apoio do governo dos Estados Unidos a proposta da África do Sul e da Índia para liberar a proteção das patentes de vacinas contra a covid-19 está em constante discussão; Dezenas de países e a Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que a quebra de patentes irá acelerar a imunização em países pobres. Porém, há apenas (principalmente indústrias farmacêuticas e países desenvolvidos) que acredita que esse processo irá prejudicar a inovação nas indústrias e não auxiliares no controle da pandemia.
De acordo com especialistas, essa suspensão de patentes diminuiria a escassez de vacinas no mundo, mesmo que fosse necessário a criação de um monopólio de produção momentâneo; No entanto, não é um processo simples, como questões desvios de matérias-primas de cadeias de abastecimento são de grande preocupação, já que as instituições com pouca ou nenhuma experiência em fabricar vacinas demandarão estas matérias-primas, pondo em risco a segurança e a saúde de todos.
De preocupação igual, existem fabricantes não eficientes; Para produzir uma vacina não basta apenas seguir as receitas, são equipamentos, equipe de funcionários e controles de qualidade; Por motivos como esse como criado, que não há capacidade de produção para países desenvolvidos.
Diante do exposto conclui-se que, a quebra de patentes pode ser uma ação eficiente para a imunização mundial, porém é um processo caro, trabalhoso e que não será benéfico para todos em curto prazo. Portanto, para resolver o impasse, em uma segunda fase posterior a uma produção eficiente de vacinas em países desenvolvidos, os mesmos podem realizar transferências de tecnologias para países emergentes, dessa forma auxiliando na produção de imunizantes e incentivará nos investimentos nacionais em buscas de novos tratamentos, melhores vacinas e medicamentos.