Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 26/06/2021

Em dois mil e seis a licença compulsória foi utilizada no Brasil.Atualmente, o mundo vive uma das piores crises sanitárias da história e o debate sobre a queda de patentes de vacinas contra o COVID-19 se intensifica cada vez mais.Em primeiro lugar,é necessário ouvir os lados que se divergem perante o assunto:Os defensores da saúde pública e os que defendem o desenvolvimento científico.   Antes de mais nada, é importante relembrar um dado da OMS:“Em fevereiro,setenta e cinco por cento das vacinas administradas foram apenas em países desenvolvidos.Em uma entrevista dada para a Forbes,a farmacêutica Anna Flávia afirmou “A quebra das patentes seria uma forma de democratizar o acesso a produção da vacina,quebrando o monopólio existente entre os países ricos e acelerando a vacinação nos países subdesenvolvidos”.Este é o pensamento de quem defende a saúde pública.             Assim como alguns defendem saúde pública,os países desenvolvidos divergem e são contra o fim das patentes.Em reunião com o G20, o ministro da saúde estadunidense afirmou:Se a lei entra em vigor,a inovação científica juntamente com o estímulo para as descobertas científicas,será dizimado”.E obviamente,aqueles países que estão a frente do comércio das vacinas(desenvolvidos),por questões econômicas,concordam firmemente.                          A fim de solucionar esse impasse,é necessário que a ONU, como maior fonte de poder entre os países se mobilize para solucionar o debate existente em razão da quebra de patentes de vacinas da COVID -19.Por meio de reuniões entre as nações,visando o melhor para todos.