Debate sobre a quebra de patentes de vacinas
Enviada em 04/07/2021
A quebra de patentes de vacinas contra a COVID-19 consiste em garantir em um acesso à pesquisas em diversos países, de forma gratuita. Tal como no filme ’ Eu sou a lenda ‘, o objetivo é permitir que haja a propagação de vacinas de forma igualitária para erradicar doenças mortais. O assunto vem sendo debatido e é desfavorável ao: eurocentrismo e aos grandes monopólios de empresas ligadas ao setor científico.
Em primeiro plano, a má distribuição de vacinas permite que apenas algumas nações tenham acesso às aplicações. Segundo dados publicados pela BBC, no ano de 2021, o Reino Unido aplicaram cerca de 75 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 enquanto o Níger, apenas 255 mil. Essa desigualdade, por perdurar desde a época das Grandes Navegações, foi-lhe atribuída uma nomenclatura denominada: eurocentrismo. Este, consiste na má distribuição de tecnologias, investimentos e saúde , fazendo com que países do continente europeu sejam mais privilegiados. Tal discrepância promove problemas na saúde aos países desprivilegiados.
Com isso, há também a concentração de grandes monopólios que dificultam o acesso de vacinas aos países pobres. Isto é, empresas multinacionais, por terem um maior dominío no mercado, vendem seus produtos por preços mais elevados. Exemplo disso, segundo o ICTQ, está no valor de contratação para a distribuição de vacinas, à exemplo da AstraZeneca, que custa R$ 5 bilhões. Ou seja, países pobres dificilmente podem pagar por tal valor, assim, por não terem a condição para a compra de vacinas, acaba deixando sua nação mais suscetível a doenças que, consequentemente, ocasinona mortes e queda no crescimento vegetativo.
Portanto, para solucionar as problemáticas e promover a quebra de patentes de vacinas contra a COVID-19, deve-se fazer propagandas à favor desta. Através de orgãos como a ONU, é possível criar vídeos de apoio a temática e que seja contra a desigualdade social de distribuição de vacinas e que tenham o objetivo de buscar apoio para a criação de programas sociais que garantam um acesso mais igualitário à vacinas.