Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 24/07/2021

O advento da biotécnologia traz diáriamente beneficios que no passado eram inimagináveis. O método de profiláxia das doenças é algo extremamente inteligente e ajuda a elevar a expectativa de vida em todos os países do mundo. Nesse sentido as vacinas se encaixam perfeitamente quando se trata de prevenção de doenças, e sendo um mecanísmo extremamente favorável a saúde e qualidade de vida, deve ser ofertado a todos, sem excessão.

Primeiramente, no Brasil, por exemplo, menos de 30% da população tem acesso a internet e meios de informação, resultando no não cuidado da saúde preventiva à chegada das doenças. É cultural o costume de apenas procurar por tratamento quando a doença comparece, e não antes dela chegar. Cerca de 225 anos atrás a primeira vacina foi implantada no sistema de saúde, o que precedeu a erradicação da varíola. Ainda são necessários meios que possibilitam a produção da vacinação no mundo inteiro, a quebra de patente é um dos fatores a ser considerado, pois impede que apenas o pioneiro da descoberta e síntese de tal tratamento tenha a permissão para produção.

Pensando nisso por mais que este seja uma problema aparentemente de fácil solução, a permissão de quebra de patentes não é tudo o que impede mais laboratórios de produzir as vacinas, mas também o subsídio e preparação para tal fator. Paises emergentes tem maior preparação, tecnologica e poder aquisitivo para comprar de quem produz, ou para produzir, o que deixa para trás os países pobres e subdesenvolvidos.

Em conclusão, é impossivel não se atentar ao fato de que frente a uma pandemia, ninguém estará para sempre seguro, se todo o mundo não estiver protegido contra as enfermidades contagiosas que assolam o planeta. Polos de produção de matérias primas ativas, devem ser criados e financiados em todos os países, sendo eles subdesenvolvidos ou emergentes o apoio dos maiores deve se estender aos menores, desde a matéria prima, até o produto final.