Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 30/09/2021

Não são as crises que mudam o mundo mais sim, nossa reações a elas, foi dito certa vez pelo filósofo Zygmunt Bauman, relacionando muito com o que está acontecendo com as patentes das vacinas contra a Covid-19. De modo, que a decisão afetará não só o presente, mas também, o futuro. Logo, analisando os dois principais fatores, distribuição insatisfatória e o valor intelectual dos antídotos.

Em primeiro lugar, se não houver uma entrega equilibrada das doses, para todo o mundo, o prolongamento do forte índices de morte continuará. Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos, direito a vida e a saúde, todavia, este testamento está violado, enquanto não haver uma distribuição uniforme. Diante disso, sem os devidos cuidados com a repartição do antidoto, grande parcela da população perderá o direito a vida e a saúde.

Ademais, o preço cobrado pelas descobertas, são justas, mas afeta o poder de comprar da maioria dos países. O jornal brasileiro Exame em um dos seus artigos vai dizer, que as patentes foi um projeto para evitar a concorrência desleal, não para ser usada durante uma pandemia. Isto posto, percebe-se, que a balança está entre dois seguimentos, lucro e vida, consequentemente se for tirado os valores monetários das doses, maior vai ser o alcance do medicamento. Assim, fica claro, que o valor exigido contribuição intelectual está custando a vida de muitas pessoas.

Portanto, com tudo apresentado, fica evidente, que medidas devem ser tomadas. Então, a ONU (Organização das Nações Unidas) deve prover uma coletiva com os países, a fim de promover um acordo de findamento temporário das patentes sobre a vida contra a Covid-19. Como consequência, com essa medida em ação, o preço das dosagens vão diminuir, de modo que, chegará a um número maior de pessoas. Somente assim, estará em execução o direito a saúde e a vida.