Debate sobre a quebra de patentes de vacinas
Enviada em 20/10/2021
Durante a pandemia de Covid-19, médicos e cientistas defenderam que a quebra de patentes de vacinas tornariam os imunizantes mais disponíveis e acessíveis, de acordo com a revista ``Exame´´. Por tal motivo, essa solução deve ser posta em prática, principalmente em cenários de crise sanitária, já que é função do Estado resguardar a saúde da população, e porque que a vacinação em massa resulta em menos óbitos de diversos tipos de doenças.
Nesse contexto, é importante destacar o papel do Governo em garantir políticas públicas para a saúde da sociedade. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é responsabilidade dos órgãos públicos zelar pela saúde da população. Portanto, é necessário que mediadas que compactuem com esse objetivo sejam tomadas, como, por exemplo, a quebra de patentes, pois isso garantirá um número maior de pessoas imunizadas, salvando mais vidas.
Além disso, a vacinação em massa resulta em uma diminuição no número de contágios e óbitos. De acordo com o biólogo Átila Marinho, apenas a imunização de grande parte da população pode conter doenças endêmicas e pandêmicas, como a Covid-19, por exemplo. Por conta disso, é essencial adiquirir o maior número possível de vacinas, imunizando a maior parte da população. A solução apresentada pelos especialistas ouvidos pela revista ``Exame´´ possibilitaria uma maior cobertura imunológica da população, resultando no controle de diversas doenças.
Em suma, a soulção apresentada pelos especialistas é benéfica para a saúde da população brasileira. Por isso, cabe ao Ministério da Saúde, por meio de uma autorização judicial do Supremo Tribunal Federal, o quanto antes, solicitar a quebra de patentes de vacinas comercializadas em território nacional durante crises sanitárias. Com isso, o próprio Governo e Universidades Federais poderão realizar uma produção em massa de imuniantes, garantindo sua universalidade para a população brasileira.